
« Se soubesse sofrer, sofria menos, mas como não sei, espero pelo dia de aprender.»
O pequeno sol que iluminava os meus dias desapareceu e deixou de me iluminar. O vento soprou tudo e levou com ele muito de mim, tudo de mim. Continuo sozinha por um caminho só e simples meu, um caminho onde só eu posso caminhar em rumo da felicidade, em rumo de um novo tudo. Aquele sentido que as palavras tinham já ruiu, pergunto-me se teria de ser mesmo assim. Já não sei avançar. Já não sei ficar calma dentro do meu espaço, dentro de mim. Já não consigo vencer. Já não consigo continuar a ser eu. Levas-te todas as minhas capacidades de ser EU contigo, no dia que entre palavras bruscas me atiras-te para dentro de um poço sem fim. O meu silencio permanece e o meu sofrimento também, não parece, não posso falar. Nunca perceberás nada, porque não queres. Cada amo-te teu, é uma duvida em mim. Cada vez que dizes que sou importante, é mais uma duvida minha. Não me mostras-te nada naquele dia, NADA. Vou dar espaço ao tempo, vou-me libertar, ate um dia perceberes o quanto me magoas-te e perceberes que nada fizeste porque não quisses-te. Esse dia está perto, perto de nós, perto de ti. Doeu de mais saber que não me conheces assim tão bem, apesar de todos estes anos (...) e apesar de tudo, é incrível como te continuo amar e como continuas a ser importante para mim. É o melhor para nós (...) Sozinha, vou-te fazer perceber e tu sozinho vais conseguir.
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