Esta noite, não assombres os meus sonhos. Se foste então, meu amor, nunca mais voltes. O sangue que corre á volta do meu coração, com ele, congelou. A minha pessoa, está consciente que te tem de esquecer, mas o meu coração não está certo disso. As tuas palavras que me acalmavam nos dias mais vazios, essas, desapareceram. Tu, que eu pensava me dar muito mais que outro alguém evaporaste. Os meus olhos, que viam meio mundo, fecharam e deram entrada a este sentimento, sentimento que não posso deixar crescer. Agora, que estás de partida para junto de outro alguém, eu pergunto-me, se alguma vez soubeste gostar de alguma pessoa, se alguma vez soubeste respeitar. Dava tudo, mesmo sabendo que não deveria ser eu. De certo modo, humilhei-me e porém, mais uma vez, fui atrás de ti. Espero um dia, saberes o que causas-te, aquilo que cá dentro mesmo, e no fundo eu sinto. O poço onde estou, ainda está fechado á espera que este sentimento sem nexo fique apagado. Quando todas as outras pessoas do teu sexo oposto forem embora, assim como tu foste, espero que te lembres, que a rapariga que tu conheces-te naquele shopping por onde passam muitas pessoas e a tal que tu achas-te muito gira e perfeita, esteve aqui e tentou conhecer-te melhor, que mesmo depois de se ter rebaixado tentou falar contigo e acreditou um dia que tu fosses diferente. Espero que um dia, se souberes, sintas bem e penses nas vezes que chorei por ti e quantas outras podem chorar. Espero também que um dia, a tua mente esteja bem crescida para seres capaz de. As tuas atitudes puseram o meu coração quebradiço, e tu foste um desperdiço. Enquanto o mundo dá voltas e o vento segue uma determinada direcção o meu sol não brilha e a felicidade do meu coração perdeu a razão. Na realidade, não, tu nunca me disseste a verdade!.Tu afiguras-te ser o que não era e enganas-te os meus sentidos.
Deixa-me só, só mas sem dor.
Se for para ires então vai mas leva toda a magoa que estás a deixar porque esta sensação aguda e profunda nem se vai por uma onda.
«Nada sou, nada posso, nada sigo.
Trago, por ilusão, meu ser comigo
Não compreendo, compreender nem sei
Se hei de ser, sendo nada, o que serei?»
Trago, por ilusão, meu ser comigo
Não compreendo, compreender nem sei
Se hei de ser, sendo nada, o que serei?»
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